quarta-feira, abril 9

Os Sábios Ensinam - Momentos de uma simples Vida


O que se passa...




Cheguei em um momento em que não sei mais o que estou fazendo aqui... Porque as pequenas coisas da vida não conseguem me consolar de tal dor que bate em meu peito? Penso que a complexidade de se viver em sociedade roubou todos os meus instintos. Já não sou mais o mesmo faz tempo. E agora, estou tentando saber quem sou e o que quero.
Se ontem fui sentimento, hoje sou razão.
Fiquei magoado. Fiquei machucado.
Estou tranqüilo. Sereno. Pensativo.
Coisas ruins acontecem todos os dias. Coisas boas acontecem todos os dias.
A vida não é perfeita. O ser humano não é perfeito.
Então, não tenho direito de almejar que tudo seja perfeito, assim como quero.
Preciso encarar os fatos. Agir conscientemente. Ser coerente.
Preciso seguir a minha vida...
Vou vivendo na alegria da incerteza e com os meus medos me atormentando. A alegria é a mudança de encarar a vida. Os medos? Estou encarando-os de uma forma mais sucinta a fim de evitar grandes problemas. Tomara que assim ao menos eu consiga prestigiar as pequenas coisas da vida novamente e, então, possa sorrir o mais singelo e sincero sorriso para a minha própria vida.


Leonardo Rodrigues

sexta-feira, abril 4

Os Sábios Ensinam - Felicidade

A Felicidade.

Não foste feita para mim felicidade! O sorriso que levas a outras bocas e que as enche das ilusões mais loucas, vem a mim sob a forma de saudade. Saudade do que nunca tive,da ventura que todos conseguiram,menos eu. Saudade de uma estranha criatura que devia ser minha e já morreu. Nunca pensei que a vida fosse assim, tão vazia,tão áspera e tão triste! Será verdade que o prazer existe? Felicidade,não tens nada para mim? Será possível que na tua taça nem ao menos me reste um pouco dêsse vinho que dás aos outros a beber,pelo caminho onde minh'alma,quase morta,passa? Ai,vinho que embriagas mais que tudo! Ai,lábios que eu não beijei! Mãos amorosas,mãos macias de veludo que me espancaram quando desejei! Felicidade! Sonho azul da mocidade! Ânfora cheia do perfume de mil bocas, perfume cheio de carícias loucas, eu só conheço a tua irmã Saudade. Não foste feita pra mim, Felicidade!




Embora algumas vezes acreditemos que a felicidade é algo inexistente ou um sonho inalcansável, devemos parar e refletir que muitas das vezes o que poderá nos fazer mais felizes do que qualquer ser existente pode estar óbvio e nem percebermos, o sentimento é algo que vem do âmago do ser, do fundo da alma, muitas vezes não conseguimos expressá-lo como deveriamos e ele continua a existir em silêncio, aprisionado, oculto... Devemos sim, criar coragem para encarar a vida, suas desventuras, seus desafios, suas barreiras, porém nunca desistindo, seja sincero com seus sentimentos e siga em frente, a felicidade as vezes encontra-se mais próxima do que imaginamos em pequenos atos, gestos, sentimentos ou palavras, a felicidade encontra-se nas pequenas coisas da vida!!!
Saiba reconhece-las e aproveitá-las quando encontrá-las...

Leonardo Rodrigues

segunda-feira, março 24

Os Sábios Ensinam - Sentimentos em Palavras


Mr. Scarecrow



Hey Mr. Scarecrow
You can't close your eyes
Can't fold your arms
You're always standing still
Watching the days pass by

Hey Mr. Scarecrow
In this never - changing view
Of these ever - changing fields
It wouldn't seem unreal to see you cry
Yes, just to see you cry
But maybe it was just the morning dew

Hey Mr. Scarecrow
If you could walk
If you could see the world
If someone could break your heart

Wouldn't you fell tempted
To go back to these fields?
And feel no pain
Just sun and rain to make you fall apart

I've seen you cry
I think I've seen you cry
But maybe, just maybe...
Maybe it was just the morning dew.

Leonardo Rodrigues

Embora dessa vez não vá compartilhar com todos os que estou sentindo no momento, sei que alguns irão entender e outros não, mas infelizmente é assim que tem que ser, para os que não entenderem o porque desse poema deixo apenas a beleza que nele reside!

sábado, março 15

Os Sábios Ensinam - Gostar

Porque gosto


Gosto, porque gostar é amar sem condições.
Gosto, e daqueles de quem gosto, as vezes merecem muito mais do que sou capaz de dar.
Gosto, e as vezes porque gosto, é me dado o conforto de ver que fui atendido.
Gosto, e quando gosto, não preciso que gostem de mim, pois se eu gosto, e porque existem razões para eu gostar.
Se me confundem, paciência, não abdico de olhar nos olhos e dizer que gosto ou não gosto.
Se não me conhecem... não é o meu problema, porque me dou a conhecer, sempre com transparência, e como um livro aberto, que muitos teimam em so folhear o índice.
As aparências... ou as deduções momentaneas... não perco tempo com quem as analisa, porque não teve a força para ir mais ao fundo, e ver o que de fato lá tem.
Não engano a mim mesmo, porque não gosto de enganar ninguém, mas... não imponho a minha maneira de ver, nem de ser, porque não permito que me imponham nada.
De quem eu gosto, até que se prove o contrário, é porque o sumo residente vale a pena, e se por acaso amargar, tento misturar açúcar até que fermente e volte a ficar doce, se virar vinagre por opcção, desisto.
Gosto, sem receios, sem medos, sem fronteiras, sem raças, sem credos, sem idades, sem tabus, sem preconceitos, mas... só gosto de gente humilde, gente de bom coração, de gente que saiba amar, como eu, que saiba SER, e essencialmente saiba o que é amar e gostar.
Gosto, mas... não sei agradar se não o sinto, não sei bajular hipócritamente, porque nunca usei meios que não sejam honestos e sinceros para atingir os meus fins.
Gosto, mas ao mesmo tempo sei detestar, gente má, gente obscura, gente que não quer evoluir, gente hipócrita que se serve de tudo e de todos, e que usa todos os meios para atingir seus fins.
Gosto, mas... detesto as sanguessugas que por aí andam, a sugar a beleza emocional dos outros, a beleza sentimental dos outros, a humildade dos outros, e aí... sou implacável.
Gosto de mim, de ti, de nós, dos outros, mas... não toquem naqueles de quem eu gosto, mas... os que eu gosto, até me fazendo mal... eu não deixo de gostar.



Cada um de vocês traz luz e força que faz o rio da minha vida correr fervorosamente, intocável e imaculado, se apenas um for removido, logo o mesmo para de correr em tristeza.




Dedico esse pequeno grupamento de palavras simples porem simbólicas a todas as pessoas de quem eu gosto, dentre família, e principalmente meus preciosos amigos os quais tanto gosto e a um em especial que tanto me faz falta por não estar mais entre nós... Aos poucos mas importantes amigos que passarem por esse recanto e lerem esse pequeno texto, sei que saberão o quanto são importantes para mim!

Leonardo Rodrigues